Desejo justiça de verdade para você, caro leitor do incrível Blog do Dom.
Desde muito tempo atrás já se ouvia que a justiça dos homens nem sequer era uma sombra da justiça divina. O homem tem uma característica que nasce com ele e que é muito complicado de se lidar: ele é falho.
O fato de não ser perfeito, torna todas as coisas imperfeitas ao redor desse ser, em que concordamos, torna as coisas e vivências mais complicadas do que deveriam ser, na teoria.
A humanidade segue a busca desenfreada pela perfeição, buscando avanços nas ciências mais diversas, porém sempre "tropeçamos" nos mesmos e velhos erros de comunicção e de relacionamentos. A natureza do ser-humano não muda em sua essência animal. O egoísmo, a preguiça, a falta de interesse no próximo, a falta de bondade e amor desinteressados, tudo isso continua presente em nossa rotina, desde às ações simples às necessidades especiais e importantíssimas.
Presenciamos diariamente como o povo brasileiro tem sido tratado pela justiça que o nosso Estado deveria nos presentear da melhor forma, já que se trata de um assunto tão sério. É vergonhoso vivenciar essa "justiça", é revoltante. São funcionários públicos mal treinados, ignorantes da lei, preguiçosos, irresponsáveis e que tratam de coisas sérias como se fosse brincadeira, como se estivessem fazendo um favor. Eles são bem pagos, possuem regalias trabalhistas e mordomias variadas e mesmo assim buscam presentes e agrados de advogados e iniciativas privadas.
É importante refletirmos que essa justiça que tem tratado brasileiros de formas diferentes, favorecendo ricos e "pessoas importantes" e pouco se importando com quem realmente depende da justiça gratuita, esta indo de mal a pior. É muito triste nos sentirmos inseguros em nosso próprio país, com medo de sermos honestos, com receio de confiar em quem, teoricamente, deveriamos confiar.
Isso nos remete ao passado, onde cada um faz sua própria lei valer na base da violência, como verdadeiros animais selvagens que somos nessa floresta chamada Brasil.
Basta! Queremos uma justiça que funcione.
Obrigado.
Dom
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Sobre o círculo vicioso da ganância
Agradeço a sua presença, caro leitor e admirador do Blog do Dom, desejando-lhe liberdade de espírito para não se prender aos bens materiais.
Ao se tornar um adulto ou jovem independente financeiramente a pessoa precisa de dinheiro, que geralmente é adquirido através do trabalho, que aqui no Brasil, possui um padrão de 8 horas de trabalho por dia e que em sua maioria realiza-se das 8 às 18 horas. Através desse trabalho ganha-se "x" de salário ou lucro mensal, e que é gasto com necessidades básicas de sobrevivência, e se sobra, com futilidades tidas como "imprescindíveis". Ao passar do tempo, se o cidadão possui uma pontinha de ganância, ele vai formando uma lista cada vez maior desses luxos, e para mantê-los terá que trabalhar mais para poder pagá-los.
A correria rotineira atrás de dinheiro ou bens materiais nos priva de muitos momentos bons com amigos, família, e de um modo geral, para a evolução do ser. Pensamos que é necessário, pois senão não teríamos "comida na mesa" e também "aquele conforto necessário". Mas se pensarmos bem, o "necessário" nunca é o bastante, e a cada dia se torna mais difícil alcançá-lo.
Quando se tem um veículo popular, que na verdade é mais que o necessário, vendo que as pessoas não morrem ao depender do transporte público, a pessoa não se satisfaz por muito tempo, logo quer comprar outro veículo, com aparência melhor, com mais itens de luxo e conforto. Resultado: mais gastos com manutenção e com a própria aquisição, e por isso, mais trabalho e correria atrás de dinheiro para pagar.
Percebemos que existe um círculo vicioso da ganância, o que nos faz também lembrar aquela história do pescador que vive feliz na ilha paradisíaca, pescando para sobreviver ao invés de fazer como o turista que trabalha 12 horas por dia em condições sub-humana algumas vezes, para poder passar 10 dias por ano naquela mesma ilha vivenciando com muita alegria e prazer o que é rotina para o simples pescador.Cabe a nós refletir sobre o que é realmente importante. A tranquilidade de espírito, a paz, o valioso uso do tempo, a oportunidade de realizar sonhos, de conhecer pessoas e cultivar amizades preciosas; tudo isso e mais não é compatível com a correria desenfreada ativada pela ganância.
Não se engane. Uma vida simples pode te dar o que realmente você busca, aquela qualidade de vida tão desejada. Não adianta ter dinheiro na mão e não ter saúde para desfrutá-lo.
Obrigado.
Dom
Ao se tornar um adulto ou jovem independente financeiramente a pessoa precisa de dinheiro, que geralmente é adquirido através do trabalho, que aqui no Brasil, possui um padrão de 8 horas de trabalho por dia e que em sua maioria realiza-se das 8 às 18 horas. Através desse trabalho ganha-se "x" de salário ou lucro mensal, e que é gasto com necessidades básicas de sobrevivência, e se sobra, com futilidades tidas como "imprescindíveis". Ao passar do tempo, se o cidadão possui uma pontinha de ganância, ele vai formando uma lista cada vez maior desses luxos, e para mantê-los terá que trabalhar mais para poder pagá-los.
A correria rotineira atrás de dinheiro ou bens materiais nos priva de muitos momentos bons com amigos, família, e de um modo geral, para a evolução do ser. Pensamos que é necessário, pois senão não teríamos "comida na mesa" e também "aquele conforto necessário". Mas se pensarmos bem, o "necessário" nunca é o bastante, e a cada dia se torna mais difícil alcançá-lo.
Quando se tem um veículo popular, que na verdade é mais que o necessário, vendo que as pessoas não morrem ao depender do transporte público, a pessoa não se satisfaz por muito tempo, logo quer comprar outro veículo, com aparência melhor, com mais itens de luxo e conforto. Resultado: mais gastos com manutenção e com a própria aquisição, e por isso, mais trabalho e correria atrás de dinheiro para pagar.
Percebemos que existe um círculo vicioso da ganância, o que nos faz também lembrar aquela história do pescador que vive feliz na ilha paradisíaca, pescando para sobreviver ao invés de fazer como o turista que trabalha 12 horas por dia em condições sub-humana algumas vezes, para poder passar 10 dias por ano naquela mesma ilha vivenciando com muita alegria e prazer o que é rotina para o simples pescador.Cabe a nós refletir sobre o que é realmente importante. A tranquilidade de espírito, a paz, o valioso uso do tempo, a oportunidade de realizar sonhos, de conhecer pessoas e cultivar amizades preciosas; tudo isso e mais não é compatível com a correria desenfreada ativada pela ganância.
Não se engane. Uma vida simples pode te dar o que realmente você busca, aquela qualidade de vida tão desejada. Não adianta ter dinheiro na mão e não ter saúde para desfrutá-lo.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Ser-humano ou monstro?
A última gota de esperança na humanidade são pessoas como vocês, amigos e leitores do Blog do Dom.
A desesperança na humanidade tem se tornado cada vez mais popular. Sabemos que todo o caos que presenciamos nesse planeta tem origem no próprio homem. Esse morador e administrador do planeta Terra não tem feito um bom trabalho nesses últimos anos. A política, o terrorismo, as desigualdades sociais, o desprezo pelo pobre, a injustiça racial, até as catástrofes naturais, o clima desequilibrado, a falta de amor e respeito no mundo, todo esse resultado horrível e que nos incomoda, é o reflexo da verdadeira natureza humana, em seu íntimo.
É chocante ver pessoas desestruturadas desde o berço, que não levam noção alguma de princípios, moral ou bons costumes de seu lar para a vida cotidiana. Não assusta o fato de haver tantos psicopatas, assassinos e ladrões que pouco se importam com seu próximo, amigo ou parente. Essas pessoas são causadoras do mal mas também são vítimas das mazelas da nossa sociedade. É um círculo vicioso, de maldade gerando maldade.
O mais difícil para o ser-humano tem sido ser humano. É dolorido descobrir que não podemos confiar em ninguém e que temos de estar tensos a maior parte do tempo porque alguém pode estar planejando o mal contra a gente, e às vezes sendo a pessoa que a gente menos desconfia.
Se você não concorda com esse tipo de comportamento, provavelmente não gostaria de ser cúmplice ou até mesmo participar de atos egoístas e prejudiciais como os que temos presenciado diariamente. Mas como não participar, se estamos inseridos nesse contexto? Se dividimos espaço com esses monstros em nossa rotina?
A vida solitária pode não ser tão ruim assim, quando se leva em conta que a compania desse tipo de gente não contribui em nada para nosso crescimento e evolução do ser. Viver só ou acompanhado de poucas e seletas pessoas pode ser um escape pra quem ja está cansado de ser ofendido e insultado pelo comportamento dos maus. Há sempre uma visão alternativa que pode ser ativada pra que possamos aproveitar um pouco do que ainda resta dos prazeres sensatos dessa vida.
Nós como faróis em meio à essa escuridão de valores e bom senso, podemos ajudar também àqueles que ainda não se fecharam para os princípios do bem, semeando o amor, a paz, e tantos outros sentimentos positivos que existem dentro de nós.
E para aqueles que se fecharam à positividade, só lhes restam que a justiça seja feita.
Obrigado.
Dom
A desesperança na humanidade tem se tornado cada vez mais popular. Sabemos que todo o caos que presenciamos nesse planeta tem origem no próprio homem. Esse morador e administrador do planeta Terra não tem feito um bom trabalho nesses últimos anos. A política, o terrorismo, as desigualdades sociais, o desprezo pelo pobre, a injustiça racial, até as catástrofes naturais, o clima desequilibrado, a falta de amor e respeito no mundo, todo esse resultado horrível e que nos incomoda, é o reflexo da verdadeira natureza humana, em seu íntimo.
É chocante ver pessoas desestruturadas desde o berço, que não levam noção alguma de princípios, moral ou bons costumes de seu lar para a vida cotidiana. Não assusta o fato de haver tantos psicopatas, assassinos e ladrões que pouco se importam com seu próximo, amigo ou parente. Essas pessoas são causadoras do mal mas também são vítimas das mazelas da nossa sociedade. É um círculo vicioso, de maldade gerando maldade.
O mais difícil para o ser-humano tem sido ser humano. É dolorido descobrir que não podemos confiar em ninguém e que temos de estar tensos a maior parte do tempo porque alguém pode estar planejando o mal contra a gente, e às vezes sendo a pessoa que a gente menos desconfia.
Se você não concorda com esse tipo de comportamento, provavelmente não gostaria de ser cúmplice ou até mesmo participar de atos egoístas e prejudiciais como os que temos presenciado diariamente. Mas como não participar, se estamos inseridos nesse contexto? Se dividimos espaço com esses monstros em nossa rotina?
A vida solitária pode não ser tão ruim assim, quando se leva em conta que a compania desse tipo de gente não contribui em nada para nosso crescimento e evolução do ser. Viver só ou acompanhado de poucas e seletas pessoas pode ser um escape pra quem ja está cansado de ser ofendido e insultado pelo comportamento dos maus. Há sempre uma visão alternativa que pode ser ativada pra que possamos aproveitar um pouco do que ainda resta dos prazeres sensatos dessa vida.
Nós como faróis em meio à essa escuridão de valores e bom senso, podemos ajudar também àqueles que ainda não se fecharam para os princípios do bem, semeando o amor, a paz, e tantos outros sentimentos positivos que existem dentro de nós.
E para aqueles que se fecharam à positividade, só lhes restam que a justiça seja feita.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Beleza versus má conduta
Agradeço a presença de todos, vós que sois filhos sábios dessa nação, no verenciável Blog do Dom.
Sabemos que as pessoas tem se tornado mais belas graças ao avanço da tecnologia e conhecimento da alimentação saudável, porém com isso tem imperado a idéia de que ser bonito ou o mais bonito seria como estar no topo, e ser pontanto mais que respeitado por todos que o rodeiam. O que será aqui analisado é o mau uso desse "poder".
É preciso perceber que as pessoas mais bonitas nessa geração tem se mostrado isentas de caráter e utilizando de psicopatismo para usar de maldade contra seus próximos. Isso em sua maioria. Vadiagem, luxúria, cobiça, insensibilidade e principalmente egoísmo são alguns dos sentimentos com que eles tratam seus concidadãos.
Deveríamos tratar os belos como pessoas comuns que são, principalmente quando notarmos sua tentativa de nos inferiorizar. E nunca deixarmos de acreditar em nosso gosto pessoal, que é muito diverso. Acreditar em um modelo de gosto é ininteligente.
Ser belo não é so ser bonito exteriormente, a verdadeira beleza está na junção da beleza externa e interna, onde seu caráter somente soma, traz positividade e beneficia quem o cerca. Há qualidades nas ações de uma pessoa, que transformam sua beleza.
Não é pecado ser bonito, mas é louvável o ser de ambos os ângulos.
Procure-o ser.
Obrigado.
Dom
Sabemos que as pessoas tem se tornado mais belas graças ao avanço da tecnologia e conhecimento da alimentação saudável, porém com isso tem imperado a idéia de que ser bonito ou o mais bonito seria como estar no topo, e ser pontanto mais que respeitado por todos que o rodeiam. O que será aqui analisado é o mau uso desse "poder".
É preciso perceber que as pessoas mais bonitas nessa geração tem se mostrado isentas de caráter e utilizando de psicopatismo para usar de maldade contra seus próximos. Isso em sua maioria. Vadiagem, luxúria, cobiça, insensibilidade e principalmente egoísmo são alguns dos sentimentos com que eles tratam seus concidadãos.
Deveríamos tratar os belos como pessoas comuns que são, principalmente quando notarmos sua tentativa de nos inferiorizar. E nunca deixarmos de acreditar em nosso gosto pessoal, que é muito diverso. Acreditar em um modelo de gosto é ininteligente.
Ser belo não é so ser bonito exteriormente, a verdadeira beleza está na junção da beleza externa e interna, onde seu caráter somente soma, traz positividade e beneficia quem o cerca. Há qualidades nas ações de uma pessoa, que transformam sua beleza.
Não é pecado ser bonito, mas é louvável o ser de ambos os ângulos.
Procure-o ser.
Obrigado.
Dom
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O Reggae
Que Jah ilumine a todos os ilustres leitores do Blog do Dom.
Se existe um ritmo que alegra e passa uma forte vibração positiva esse é o reggae. Muitas vezes em formato de hino ou louvores a Deus, também chamado de Jah, ele passa uma sensação de gratidão e ao mesmo tempo esperança de um futuro melhor.
O reggae é um ritmo novo comparado com outros, e teve seu auge na década de 60 e 70 juntamente com o rock, em tempos de rebeldia e protestos. Nesse estilo musical podemos escutar várias músicas onde há questionamento sobre a política, os valores da sociedade, e nossa posição sobre a natureza e o divino.
Muitas pessoas relacionam o reggae com o rastafarianismo e com maconha. É certo que muitos músicos e seguidores apreciam a erva sagrada, mas não podemos generalizar, já que existem também os "caretas regueiros". Además, a visão que o reggae passa do uso da cannabis é muito mais pura, santificada; geralmente relacionado com paz, amizade, união social e purificação.
O Brasil ja produziu e tem produzido muita coisa boa nessa área, afinal, nossos afro-descendentes também vieram do mesmo lugar, possuem as mesmas raízes. Algumas regiões específicamente possuem mais vínculo com essa filosofia, podemos citar o Maranhão e interior do Rio de Janeiro como exemplos, que pregam e vivenciam as palavras do reggae.
Deveríamos ouvir mais, dançar mais reggae, porque esse é o ritmo da paz. E o que mais precisamos é de paz e simplicidade.
Obrigado.
Dom
Se existe um ritmo que alegra e passa uma forte vibração positiva esse é o reggae. Muitas vezes em formato de hino ou louvores a Deus, também chamado de Jah, ele passa uma sensação de gratidão e ao mesmo tempo esperança de um futuro melhor.
O reggae é um ritmo novo comparado com outros, e teve seu auge na década de 60 e 70 juntamente com o rock, em tempos de rebeldia e protestos. Nesse estilo musical podemos escutar várias músicas onde há questionamento sobre a política, os valores da sociedade, e nossa posição sobre a natureza e o divino.
Muitas pessoas relacionam o reggae com o rastafarianismo e com maconha. É certo que muitos músicos e seguidores apreciam a erva sagrada, mas não podemos generalizar, já que existem também os "caretas regueiros". Además, a visão que o reggae passa do uso da cannabis é muito mais pura, santificada; geralmente relacionado com paz, amizade, união social e purificação.
O Brasil ja produziu e tem produzido muita coisa boa nessa área, afinal, nossos afro-descendentes também vieram do mesmo lugar, possuem as mesmas raízes. Algumas regiões específicamente possuem mais vínculo com essa filosofia, podemos citar o Maranhão e interior do Rio de Janeiro como exemplos, que pregam e vivenciam as palavras do reggae.
Deveríamos ouvir mais, dançar mais reggae, porque esse é o ritmo da paz. E o que mais precisamos é de paz e simplicidade.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Reformulando os Relacionamentos
Nice to meet you in the Dom´s Blog. Thank you for think.
Estamos vivendo um tempo em que há a necessidade da adaptação dos relacionamentos.
A falência do casamento, como conhecíamos, ja é ato consumado. O namoro também passa por abalos. Precisamos entender qual é a essência dos relacionamentos e o que realmente queremos com eles: se é amor, necessidade de carinho, se é posse, ou mera conveniência para aliviarnos da correria da busca por parceiros ocasionais.
Podemos observar inúmeros casais que rompem e reatam seus relacionamentos inúmeras vezes. Alguns casam, descasam e voltam a se casar novamente. Pode parecer engraçado, mas o que ocorre é muito sério, sendo que sempre ocorre mágoas e sofrimento por pelo menos uma das partes.
Provavelmente isso tem acontecido devido a falta de adaptação dos relacionamentos modernos, que não se encaixam mais aos padrões de nossos pais, porém muita gente ainda insiste em permanecer com esses ideais. Claro que não é fácil lidar com essa situação, já que fomos educados com uma moral que não funciona mais em nossos dias, sendo que é a única talvez que conheçamos.
Um dos pontos que devemos atualizar é o "estado civil" do cidadão. Muitos não se encaixam a nenhum dos estados civis nomeados: solteiro, casado ou divorciado. Aí fica constrangedor para o amaziado preencher um formulário em frente ao seu(sua) companheiro(a), assinalando a opção "solteiro".
É preciso que a sociedade discuta uma nova moral com relação aos realcionamentos. Sem dúvida eles são muito importantes para a sociedade e para o indivíduo, e não devem ser tratados com descaso por nossa parte.
Obrigado.
Dom
Estamos vivendo um tempo em que há a necessidade da adaptação dos relacionamentos.
A falência do casamento, como conhecíamos, ja é ato consumado. O namoro também passa por abalos. Precisamos entender qual é a essência dos relacionamentos e o que realmente queremos com eles: se é amor, necessidade de carinho, se é posse, ou mera conveniência para aliviarnos da correria da busca por parceiros ocasionais.
Podemos observar inúmeros casais que rompem e reatam seus relacionamentos inúmeras vezes. Alguns casam, descasam e voltam a se casar novamente. Pode parecer engraçado, mas o que ocorre é muito sério, sendo que sempre ocorre mágoas e sofrimento por pelo menos uma das partes.
Provavelmente isso tem acontecido devido a falta de adaptação dos relacionamentos modernos, que não se encaixam mais aos padrões de nossos pais, porém muita gente ainda insiste em permanecer com esses ideais. Claro que não é fácil lidar com essa situação, já que fomos educados com uma moral que não funciona mais em nossos dias, sendo que é a única talvez que conheçamos.
Um dos pontos que devemos atualizar é o "estado civil" do cidadão. Muitos não se encaixam a nenhum dos estados civis nomeados: solteiro, casado ou divorciado. Aí fica constrangedor para o amaziado preencher um formulário em frente ao seu(sua) companheiro(a), assinalando a opção "solteiro".
É preciso que a sociedade discuta uma nova moral com relação aos realcionamentos. Sem dúvida eles são muito importantes para a sociedade e para o indivíduo, e não devem ser tratados com descaso por nossa parte.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Trabalho e Produção Intelectual
Obrigado pelo bom gosto e apreciação do Blog do Dom, aquele que percebe as entrelinhas.
Os antigos filósofos gregos ja diziam que o pensador deveria pensar e que o trabalho era para os escravos. As mulheres também tinham sua função: cuidar da casa e procriar.
Percebemos que muita coisa mudou em nossos tempos, mas ainda é certo que o pesquisador, pensador ou filósofo precisa de dedicação e tempo para que possa produzir bons trabalhos. Cada um hoje tem seu chamado "trabalho". Uns trabalham de forma braçal, outros mais com seus cérebros, e ainda outros com a combinação dos dois. Mas existe um preconceito por parte de alguns ignorantes que julgam não ser trabalho a ocupação de alguns, geralmente por não possuirem uma visão da sociedade como um todo. Somos muitos e precisamos de uma variedade de produtos e serviços, daí a necessidade de uma gama de profissionais de áreas de todos os tipos.
Ja dizia o cantor e compositor Ed Mota: "eu não nasci pra trabalho, eu não nasci pra sofrer..." O trabalho braçal para aquele que não tem preguiça de utilizar seus neurônios, é algo terrível, que além de ser difícil, ocupa-lhe o tempo precioso em que ele poderia estar produzindo arte, textos, conhecimento, evolução.
Deixemos o trabalho rentável e estressante para aquele que precisa acumular capital a todo custo, e o trabalho braçal e rotineiro para o preguiçoso mental. Não podemos desperdiçar dons que enriquecem nossa cultura e nos apontam caminhos alternativos de viver de forma feliz. As pressões por parte da família e amigos com aqueles que buscam o caminho da produção intelectual nos traz a paralisação ou declínio da boa música, bons livros, e até bons professores.
Permita que as pessoas vivam como querem viver, dê uma chance para o talento daquele que pode ser um grande influente de uma nova e boa tendência para os nossos tempos. Estamos cansados de uma modinha desqualificada e com baixíssimo conteúdo para nossa cabeça e de nossos filhos.
Precisamos de uma revolução cultural.
Obrigado.
Dom
Os antigos filósofos gregos ja diziam que o pensador deveria pensar e que o trabalho era para os escravos. As mulheres também tinham sua função: cuidar da casa e procriar.
Percebemos que muita coisa mudou em nossos tempos, mas ainda é certo que o pesquisador, pensador ou filósofo precisa de dedicação e tempo para que possa produzir bons trabalhos. Cada um hoje tem seu chamado "trabalho". Uns trabalham de forma braçal, outros mais com seus cérebros, e ainda outros com a combinação dos dois. Mas existe um preconceito por parte de alguns ignorantes que julgam não ser trabalho a ocupação de alguns, geralmente por não possuirem uma visão da sociedade como um todo. Somos muitos e precisamos de uma variedade de produtos e serviços, daí a necessidade de uma gama de profissionais de áreas de todos os tipos.
Ja dizia o cantor e compositor Ed Mota: "eu não nasci pra trabalho, eu não nasci pra sofrer..." O trabalho braçal para aquele que não tem preguiça de utilizar seus neurônios, é algo terrível, que além de ser difícil, ocupa-lhe o tempo precioso em que ele poderia estar produzindo arte, textos, conhecimento, evolução.
Deixemos o trabalho rentável e estressante para aquele que precisa acumular capital a todo custo, e o trabalho braçal e rotineiro para o preguiçoso mental. Não podemos desperdiçar dons que enriquecem nossa cultura e nos apontam caminhos alternativos de viver de forma feliz. As pressões por parte da família e amigos com aqueles que buscam o caminho da produção intelectual nos traz a paralisação ou declínio da boa música, bons livros, e até bons professores.
Permita que as pessoas vivam como querem viver, dê uma chance para o talento daquele que pode ser um grande influente de uma nova e boa tendência para os nossos tempos. Estamos cansados de uma modinha desqualificada e com baixíssimo conteúdo para nossa cabeça e de nossos filhos.
Precisamos de uma revolução cultural.
Obrigado.
Dom
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