Quando se ouve falar em Jurerê Internacional, famosa praia de Florianópolis, logo vêm à mente corpos esculturais, peitos siliconados, rostos belos, mansões, carros importados, uma praia organizada e com muito luxo. Porém existe um submundo por detrás dessa imagem que parece muito bela à primeira vista; um submundo onde o dinheiro parece comprar tudo que os rodeia.
O que o dinheiro pode comprar? Belos carros cheios de tecnologia e design arrojado, mansões enormes e sem muros, desenhadas por arquitetos renomados internacionalmente, iates e veleiros luxuosos, champanhas e vinhos caríssimos, roupas e toda ostentação de riqueza possíveis. E se pudesse comprar pessoas? Mulheres lindas, educadas, homens corteses e simpáticos, policiais, delegados, fiscais e porque não a própria lei?
Podemos observar que é mais ou menos isso que acontece dentro do Jurerê Internacional. Não que seja somente lá que isso ocorra. Muitos lugares e em muitos países possuem milionários sem escrúpulos que pensam ser maiores e melhores que seus próximos.
No Jurerê Internacional os ricos usam drogas de todos os tipos, usam e abusam da prostituição, dentre outras coisas que pareceriam horríveis se fossem na pele de pessoas menos abastadas. Mas quando é com eles, não. É glamour.
É ridículo ver como as pessoas "comuns" se impressionam tanto com a ostentação de riqueza e poder que ficam cegas à desigualdade gritante que ocorre em frente aos seus olhos. Como aceitam de bom grado e participam dessa festa onde elas não passam de figurantes naquele teatro macabro. Levam suas filhas para "concorrerem" ou apenas compartilharem os mesmos ambientes de putas de luxo, e com sorriso no rosto.
A imagem vendida pela mídia entregue ao capitalismo é esculpida na mente de pessoas que não conseguem raciocinar o quanto é nojento ser cúmplice desse comportamento sem coração, que usa as pessoas ao seu bel-prazer, sem se importar com seus sentimentos.
As leis ou são para todos ou não são para ninguém.
Não existe espaço para falsa moralidade na mente de pessoas evoluídas.
Obrigado.
Dom
quinta-feira, 3 de março de 2011
quarta-feira, 2 de março de 2011
Viagem a São Tomé das Letras-MG
Em uma de minhas viagens malucas sem destino certo, apenas com prazo para terminar e limite financeiro, me encontrei com RG no interior de SP e partimos para o desconhecido, quando decidimos seguir rumo ao sul de Minas Gerais. Ja tínhamos ouvido falar da concentração de pessoas alternativas na região, que foi povoada por ufólogos, hippies e homens do campo em geral. O cantor Ventania, que tinha aparecido em mídias poderosas, vinha fazendo "propaganda" da região em suas canções. Pude apreciar um de seus shows em Campo Grande.
Primeiro conhecemos a cidade de Varginha, que se encontra próximo, e que vivenciou histórias misteriosas sobre extra-terrestres poucos anos atrás. Depois passamos por Três Corações, cidade onde nasceu Pelé. De Três Corações fomos para São Tomé das Letras, por uma estradinha simples e estreita, cheia de curvas acentuadas e que apenas levava à São Tomé. Quando entramos nessa estrada, no início da noite, ja sentimos uma energia diferente, não sei explicar direito como era, mas que havia "algo poderoso" por ali. No momento haviam trovões no alto da cidade que se localiza em cima de uma grande pedra branca. Não chovia onde estávamos, as nuvens encobriam a cidade que se encontrava no alto. Um ar misterioso pairava no ar.
Eu e RG íamos conversando sobre isso no caminho. Chegamos lá e a cidade era pequena, havia 6 mil habitantes morando lá. Não havia banco na cidade, somente loteria. As ruas eram de pedra, em algumas ruelas o chão era a própria pedra que ficava abaixo da cidade. Havia muitas casas feitas daquela pedra, que chamavam de pedra-de-são-tomé. Uma arquitetura diferente. Subidas íngremes que levavam ao topo da montanha, onde havia um mirante para os vales que rodeavam a cidade. Dormimos numa pousada um tanto diferente, com desenhos de magos e bruxas. Os quartos se encontravam ao fundo de uma casa. O dono era um tipo esquisito, que pouco saía de casa. As nuvens passavam pela cidade, formando uma forte neblina pelas ruas. Um ambiente sinistro diriam muitos.
No outro dia andamos pela cidade, fizemos compras, e depois fomos pra Três Corações, arrumar o carro, trocar de pneu e por gasolina. Voltamos e no caminho vínhamos conversando sobre cogumelos, quando derrepente encontramos um rasta caminhando pela estrada rumo a São Tomé, quando decidimos dar carona. Era nada mais nada menos que o Elsom, conhecido como Elsão, baterista do Ventania. E adivinha o que ele tinha colhido pelo caminho?
Ele nos apresentou várias pessoas dentre eles: Spaga e Flávio. Com quem depois moramos por alguns dias, alugando uma casa ao fundo da deles. Todos eram artesãos.
Eles nos apresentaram pessoas distintas, lugares bacanas, como cachoeiras, rios, sítios. Ficamos alguns dias no sítio do Spaga, onde havia uma bela casa ao modelo hippie, sem luz, mas bem estruturada.
Elsão se tornou um grande amigo, e nos contou várias histórias sobre o local, sobre as pessoas, sobre a realidade não comum. Pude ouvir bandas locais, conhecer bruxas e fadas.
90% dos habitantes dessa cidade eram "loucos". Até mesmo quem ja não era mais, havia um dia sido. Essa vida de loucura começava muito cedo na vida de seus habitantes, simples e muito simpáticos.
Comprei artigos e roupas típicas, experimentei comidas suculentas mineiras que não decepcionaram minhas expectativas.
Enfim, foram 20 dias de experiências muito importantes naquele momento de transição na minha vida.
Recomendo como destino brasileiro obrigatório para as pessoas alternativas.
Termino com uma frase de uma música da banda "Derivados da Natureza" e que exprime minha impressão: Vêm ver... como tá bonito em São Tomé!! Vêm vêe!!...
Primeiro conhecemos a cidade de Varginha, que se encontra próximo, e que vivenciou histórias misteriosas sobre extra-terrestres poucos anos atrás. Depois passamos por Três Corações, cidade onde nasceu Pelé. De Três Corações fomos para São Tomé das Letras, por uma estradinha simples e estreita, cheia de curvas acentuadas e que apenas levava à São Tomé. Quando entramos nessa estrada, no início da noite, ja sentimos uma energia diferente, não sei explicar direito como era, mas que havia "algo poderoso" por ali. No momento haviam trovões no alto da cidade que se localiza em cima de uma grande pedra branca. Não chovia onde estávamos, as nuvens encobriam a cidade que se encontrava no alto. Um ar misterioso pairava no ar.
Eu e RG íamos conversando sobre isso no caminho. Chegamos lá e a cidade era pequena, havia 6 mil habitantes morando lá. Não havia banco na cidade, somente loteria. As ruas eram de pedra, em algumas ruelas o chão era a própria pedra que ficava abaixo da cidade. Havia muitas casas feitas daquela pedra, que chamavam de pedra-de-são-tomé. Uma arquitetura diferente. Subidas íngremes que levavam ao topo da montanha, onde havia um mirante para os vales que rodeavam a cidade. Dormimos numa pousada um tanto diferente, com desenhos de magos e bruxas. Os quartos se encontravam ao fundo de uma casa. O dono era um tipo esquisito, que pouco saía de casa. As nuvens passavam pela cidade, formando uma forte neblina pelas ruas. Um ambiente sinistro diriam muitos.
No outro dia andamos pela cidade, fizemos compras, e depois fomos pra Três Corações, arrumar o carro, trocar de pneu e por gasolina. Voltamos e no caminho vínhamos conversando sobre cogumelos, quando derrepente encontramos um rasta caminhando pela estrada rumo a São Tomé, quando decidimos dar carona. Era nada mais nada menos que o Elsom, conhecido como Elsão, baterista do Ventania. E adivinha o que ele tinha colhido pelo caminho?
Ele nos apresentou várias pessoas dentre eles: Spaga e Flávio. Com quem depois moramos por alguns dias, alugando uma casa ao fundo da deles. Todos eram artesãos.
Eles nos apresentaram pessoas distintas, lugares bacanas, como cachoeiras, rios, sítios. Ficamos alguns dias no sítio do Spaga, onde havia uma bela casa ao modelo hippie, sem luz, mas bem estruturada.
Elsão se tornou um grande amigo, e nos contou várias histórias sobre o local, sobre as pessoas, sobre a realidade não comum. Pude ouvir bandas locais, conhecer bruxas e fadas.
90% dos habitantes dessa cidade eram "loucos". Até mesmo quem ja não era mais, havia um dia sido. Essa vida de loucura começava muito cedo na vida de seus habitantes, simples e muito simpáticos.
Comprei artigos e roupas típicas, experimentei comidas suculentas mineiras que não decepcionaram minhas expectativas.
Enfim, foram 20 dias de experiências muito importantes naquele momento de transição na minha vida.
Recomendo como destino brasileiro obrigatório para as pessoas alternativas.
Termino com uma frase de uma música da banda "Derivados da Natureza" e que exprime minha impressão: Vêm ver... como tá bonito em São Tomé!! Vêm vêe!!...
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Sobre a Justiça Brasileira (em especial a do MS)
Desejo justiça de verdade para você, caro leitor do incrível Blog do Dom.
Desde muito tempo atrás já se ouvia que a justiça dos homens nem sequer era uma sombra da justiça divina. O homem tem uma característica que nasce com ele e que é muito complicado de se lidar: ele é falho.
O fato de não ser perfeito, torna todas as coisas imperfeitas ao redor desse ser, em que concordamos, torna as coisas e vivências mais complicadas do que deveriam ser, na teoria.
A humanidade segue a busca desenfreada pela perfeição, buscando avanços nas ciências mais diversas, porém sempre "tropeçamos" nos mesmos e velhos erros de comunicção e de relacionamentos. A natureza do ser-humano não muda em sua essência animal. O egoísmo, a preguiça, a falta de interesse no próximo, a falta de bondade e amor desinteressados, tudo isso continua presente em nossa rotina, desde às ações simples às necessidades especiais e importantíssimas.
Presenciamos diariamente como o povo brasileiro tem sido tratado pela justiça que o nosso Estado deveria nos presentear da melhor forma, já que se trata de um assunto tão sério. É vergonhoso vivenciar essa "justiça", é revoltante. São funcionários públicos mal treinados, ignorantes da lei, preguiçosos, irresponsáveis e que tratam de coisas sérias como se fosse brincadeira, como se estivessem fazendo um favor. Eles são bem pagos, possuem regalias trabalhistas e mordomias variadas e mesmo assim buscam presentes e agrados de advogados e iniciativas privadas.
É importante refletirmos que essa justiça que tem tratado brasileiros de formas diferentes, favorecendo ricos e "pessoas importantes" e pouco se importando com quem realmente depende da justiça gratuita, esta indo de mal a pior. É muito triste nos sentirmos inseguros em nosso próprio país, com medo de sermos honestos, com receio de confiar em quem, teoricamente, deveriamos confiar.
Isso nos remete ao passado, onde cada um faz sua própria lei valer na base da violência, como verdadeiros animais selvagens que somos nessa floresta chamada Brasil.
Basta! Queremos uma justiça que funcione.
Obrigado.
Dom
Desde muito tempo atrás já se ouvia que a justiça dos homens nem sequer era uma sombra da justiça divina. O homem tem uma característica que nasce com ele e que é muito complicado de se lidar: ele é falho.
O fato de não ser perfeito, torna todas as coisas imperfeitas ao redor desse ser, em que concordamos, torna as coisas e vivências mais complicadas do que deveriam ser, na teoria.
A humanidade segue a busca desenfreada pela perfeição, buscando avanços nas ciências mais diversas, porém sempre "tropeçamos" nos mesmos e velhos erros de comunicção e de relacionamentos. A natureza do ser-humano não muda em sua essência animal. O egoísmo, a preguiça, a falta de interesse no próximo, a falta de bondade e amor desinteressados, tudo isso continua presente em nossa rotina, desde às ações simples às necessidades especiais e importantíssimas.
Presenciamos diariamente como o povo brasileiro tem sido tratado pela justiça que o nosso Estado deveria nos presentear da melhor forma, já que se trata de um assunto tão sério. É vergonhoso vivenciar essa "justiça", é revoltante. São funcionários públicos mal treinados, ignorantes da lei, preguiçosos, irresponsáveis e que tratam de coisas sérias como se fosse brincadeira, como se estivessem fazendo um favor. Eles são bem pagos, possuem regalias trabalhistas e mordomias variadas e mesmo assim buscam presentes e agrados de advogados e iniciativas privadas.
É importante refletirmos que essa justiça que tem tratado brasileiros de formas diferentes, favorecendo ricos e "pessoas importantes" e pouco se importando com quem realmente depende da justiça gratuita, esta indo de mal a pior. É muito triste nos sentirmos inseguros em nosso próprio país, com medo de sermos honestos, com receio de confiar em quem, teoricamente, deveriamos confiar.
Isso nos remete ao passado, onde cada um faz sua própria lei valer na base da violência, como verdadeiros animais selvagens que somos nessa floresta chamada Brasil.
Basta! Queremos uma justiça que funcione.
Obrigado.
Dom
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Sobre o círculo vicioso da ganância
Agradeço a sua presença, caro leitor e admirador do Blog do Dom, desejando-lhe liberdade de espírito para não se prender aos bens materiais.
Ao se tornar um adulto ou jovem independente financeiramente a pessoa precisa de dinheiro, que geralmente é adquirido através do trabalho, que aqui no Brasil, possui um padrão de 8 horas de trabalho por dia e que em sua maioria realiza-se das 8 às 18 horas. Através desse trabalho ganha-se "x" de salário ou lucro mensal, e que é gasto com necessidades básicas de sobrevivência, e se sobra, com futilidades tidas como "imprescindíveis". Ao passar do tempo, se o cidadão possui uma pontinha de ganância, ele vai formando uma lista cada vez maior desses luxos, e para mantê-los terá que trabalhar mais para poder pagá-los.
A correria rotineira atrás de dinheiro ou bens materiais nos priva de muitos momentos bons com amigos, família, e de um modo geral, para a evolução do ser. Pensamos que é necessário, pois senão não teríamos "comida na mesa" e também "aquele conforto necessário". Mas se pensarmos bem, o "necessário" nunca é o bastante, e a cada dia se torna mais difícil alcançá-lo.
Quando se tem um veículo popular, que na verdade é mais que o necessário, vendo que as pessoas não morrem ao depender do transporte público, a pessoa não se satisfaz por muito tempo, logo quer comprar outro veículo, com aparência melhor, com mais itens de luxo e conforto. Resultado: mais gastos com manutenção e com a própria aquisição, e por isso, mais trabalho e correria atrás de dinheiro para pagar.
Percebemos que existe um círculo vicioso da ganância, o que nos faz também lembrar aquela história do pescador que vive feliz na ilha paradisíaca, pescando para sobreviver ao invés de fazer como o turista que trabalha 12 horas por dia em condições sub-humana algumas vezes, para poder passar 10 dias por ano naquela mesma ilha vivenciando com muita alegria e prazer o que é rotina para o simples pescador.Cabe a nós refletir sobre o que é realmente importante. A tranquilidade de espírito, a paz, o valioso uso do tempo, a oportunidade de realizar sonhos, de conhecer pessoas e cultivar amizades preciosas; tudo isso e mais não é compatível com a correria desenfreada ativada pela ganância.
Não se engane. Uma vida simples pode te dar o que realmente você busca, aquela qualidade de vida tão desejada. Não adianta ter dinheiro na mão e não ter saúde para desfrutá-lo.
Obrigado.
Dom
Ao se tornar um adulto ou jovem independente financeiramente a pessoa precisa de dinheiro, que geralmente é adquirido através do trabalho, que aqui no Brasil, possui um padrão de 8 horas de trabalho por dia e que em sua maioria realiza-se das 8 às 18 horas. Através desse trabalho ganha-se "x" de salário ou lucro mensal, e que é gasto com necessidades básicas de sobrevivência, e se sobra, com futilidades tidas como "imprescindíveis". Ao passar do tempo, se o cidadão possui uma pontinha de ganância, ele vai formando uma lista cada vez maior desses luxos, e para mantê-los terá que trabalhar mais para poder pagá-los.
A correria rotineira atrás de dinheiro ou bens materiais nos priva de muitos momentos bons com amigos, família, e de um modo geral, para a evolução do ser. Pensamos que é necessário, pois senão não teríamos "comida na mesa" e também "aquele conforto necessário". Mas se pensarmos bem, o "necessário" nunca é o bastante, e a cada dia se torna mais difícil alcançá-lo.
Quando se tem um veículo popular, que na verdade é mais que o necessário, vendo que as pessoas não morrem ao depender do transporte público, a pessoa não se satisfaz por muito tempo, logo quer comprar outro veículo, com aparência melhor, com mais itens de luxo e conforto. Resultado: mais gastos com manutenção e com a própria aquisição, e por isso, mais trabalho e correria atrás de dinheiro para pagar.
Percebemos que existe um círculo vicioso da ganância, o que nos faz também lembrar aquela história do pescador que vive feliz na ilha paradisíaca, pescando para sobreviver ao invés de fazer como o turista que trabalha 12 horas por dia em condições sub-humana algumas vezes, para poder passar 10 dias por ano naquela mesma ilha vivenciando com muita alegria e prazer o que é rotina para o simples pescador.Cabe a nós refletir sobre o que é realmente importante. A tranquilidade de espírito, a paz, o valioso uso do tempo, a oportunidade de realizar sonhos, de conhecer pessoas e cultivar amizades preciosas; tudo isso e mais não é compatível com a correria desenfreada ativada pela ganância.
Não se engane. Uma vida simples pode te dar o que realmente você busca, aquela qualidade de vida tão desejada. Não adianta ter dinheiro na mão e não ter saúde para desfrutá-lo.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Ser-humano ou monstro?
A última gota de esperança na humanidade são pessoas como vocês, amigos e leitores do Blog do Dom.
A desesperança na humanidade tem se tornado cada vez mais popular. Sabemos que todo o caos que presenciamos nesse planeta tem origem no próprio homem. Esse morador e administrador do planeta Terra não tem feito um bom trabalho nesses últimos anos. A política, o terrorismo, as desigualdades sociais, o desprezo pelo pobre, a injustiça racial, até as catástrofes naturais, o clima desequilibrado, a falta de amor e respeito no mundo, todo esse resultado horrível e que nos incomoda, é o reflexo da verdadeira natureza humana, em seu íntimo.
É chocante ver pessoas desestruturadas desde o berço, que não levam noção alguma de princípios, moral ou bons costumes de seu lar para a vida cotidiana. Não assusta o fato de haver tantos psicopatas, assassinos e ladrões que pouco se importam com seu próximo, amigo ou parente. Essas pessoas são causadoras do mal mas também são vítimas das mazelas da nossa sociedade. É um círculo vicioso, de maldade gerando maldade.
O mais difícil para o ser-humano tem sido ser humano. É dolorido descobrir que não podemos confiar em ninguém e que temos de estar tensos a maior parte do tempo porque alguém pode estar planejando o mal contra a gente, e às vezes sendo a pessoa que a gente menos desconfia.
Se você não concorda com esse tipo de comportamento, provavelmente não gostaria de ser cúmplice ou até mesmo participar de atos egoístas e prejudiciais como os que temos presenciado diariamente. Mas como não participar, se estamos inseridos nesse contexto? Se dividimos espaço com esses monstros em nossa rotina?
A vida solitária pode não ser tão ruim assim, quando se leva em conta que a compania desse tipo de gente não contribui em nada para nosso crescimento e evolução do ser. Viver só ou acompanhado de poucas e seletas pessoas pode ser um escape pra quem ja está cansado de ser ofendido e insultado pelo comportamento dos maus. Há sempre uma visão alternativa que pode ser ativada pra que possamos aproveitar um pouco do que ainda resta dos prazeres sensatos dessa vida.
Nós como faróis em meio à essa escuridão de valores e bom senso, podemos ajudar também àqueles que ainda não se fecharam para os princípios do bem, semeando o amor, a paz, e tantos outros sentimentos positivos que existem dentro de nós.
E para aqueles que se fecharam à positividade, só lhes restam que a justiça seja feita.
Obrigado.
Dom
A desesperança na humanidade tem se tornado cada vez mais popular. Sabemos que todo o caos que presenciamos nesse planeta tem origem no próprio homem. Esse morador e administrador do planeta Terra não tem feito um bom trabalho nesses últimos anos. A política, o terrorismo, as desigualdades sociais, o desprezo pelo pobre, a injustiça racial, até as catástrofes naturais, o clima desequilibrado, a falta de amor e respeito no mundo, todo esse resultado horrível e que nos incomoda, é o reflexo da verdadeira natureza humana, em seu íntimo.
É chocante ver pessoas desestruturadas desde o berço, que não levam noção alguma de princípios, moral ou bons costumes de seu lar para a vida cotidiana. Não assusta o fato de haver tantos psicopatas, assassinos e ladrões que pouco se importam com seu próximo, amigo ou parente. Essas pessoas são causadoras do mal mas também são vítimas das mazelas da nossa sociedade. É um círculo vicioso, de maldade gerando maldade.
O mais difícil para o ser-humano tem sido ser humano. É dolorido descobrir que não podemos confiar em ninguém e que temos de estar tensos a maior parte do tempo porque alguém pode estar planejando o mal contra a gente, e às vezes sendo a pessoa que a gente menos desconfia.
Se você não concorda com esse tipo de comportamento, provavelmente não gostaria de ser cúmplice ou até mesmo participar de atos egoístas e prejudiciais como os que temos presenciado diariamente. Mas como não participar, se estamos inseridos nesse contexto? Se dividimos espaço com esses monstros em nossa rotina?
A vida solitária pode não ser tão ruim assim, quando se leva em conta que a compania desse tipo de gente não contribui em nada para nosso crescimento e evolução do ser. Viver só ou acompanhado de poucas e seletas pessoas pode ser um escape pra quem ja está cansado de ser ofendido e insultado pelo comportamento dos maus. Há sempre uma visão alternativa que pode ser ativada pra que possamos aproveitar um pouco do que ainda resta dos prazeres sensatos dessa vida.
Nós como faróis em meio à essa escuridão de valores e bom senso, podemos ajudar também àqueles que ainda não se fecharam para os princípios do bem, semeando o amor, a paz, e tantos outros sentimentos positivos que existem dentro de nós.
E para aqueles que se fecharam à positividade, só lhes restam que a justiça seja feita.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Beleza versus má conduta
Agradeço a presença de todos, vós que sois filhos sábios dessa nação, no verenciável Blog do Dom.
Sabemos que as pessoas tem se tornado mais belas graças ao avanço da tecnologia e conhecimento da alimentação saudável, porém com isso tem imperado a idéia de que ser bonito ou o mais bonito seria como estar no topo, e ser pontanto mais que respeitado por todos que o rodeiam. O que será aqui analisado é o mau uso desse "poder".
É preciso perceber que as pessoas mais bonitas nessa geração tem se mostrado isentas de caráter e utilizando de psicopatismo para usar de maldade contra seus próximos. Isso em sua maioria. Vadiagem, luxúria, cobiça, insensibilidade e principalmente egoísmo são alguns dos sentimentos com que eles tratam seus concidadãos.
Deveríamos tratar os belos como pessoas comuns que são, principalmente quando notarmos sua tentativa de nos inferiorizar. E nunca deixarmos de acreditar em nosso gosto pessoal, que é muito diverso. Acreditar em um modelo de gosto é ininteligente.
Ser belo não é so ser bonito exteriormente, a verdadeira beleza está na junção da beleza externa e interna, onde seu caráter somente soma, traz positividade e beneficia quem o cerca. Há qualidades nas ações de uma pessoa, que transformam sua beleza.
Não é pecado ser bonito, mas é louvável o ser de ambos os ângulos.
Procure-o ser.
Obrigado.
Dom
Sabemos que as pessoas tem se tornado mais belas graças ao avanço da tecnologia e conhecimento da alimentação saudável, porém com isso tem imperado a idéia de que ser bonito ou o mais bonito seria como estar no topo, e ser pontanto mais que respeitado por todos que o rodeiam. O que será aqui analisado é o mau uso desse "poder".
É preciso perceber que as pessoas mais bonitas nessa geração tem se mostrado isentas de caráter e utilizando de psicopatismo para usar de maldade contra seus próximos. Isso em sua maioria. Vadiagem, luxúria, cobiça, insensibilidade e principalmente egoísmo são alguns dos sentimentos com que eles tratam seus concidadãos.
Deveríamos tratar os belos como pessoas comuns que são, principalmente quando notarmos sua tentativa de nos inferiorizar. E nunca deixarmos de acreditar em nosso gosto pessoal, que é muito diverso. Acreditar em um modelo de gosto é ininteligente.
Ser belo não é so ser bonito exteriormente, a verdadeira beleza está na junção da beleza externa e interna, onde seu caráter somente soma, traz positividade e beneficia quem o cerca. Há qualidades nas ações de uma pessoa, que transformam sua beleza.
Não é pecado ser bonito, mas é louvável o ser de ambos os ângulos.
Procure-o ser.
Obrigado.
Dom
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O Reggae
Que Jah ilumine a todos os ilustres leitores do Blog do Dom.
Se existe um ritmo que alegra e passa uma forte vibração positiva esse é o reggae. Muitas vezes em formato de hino ou louvores a Deus, também chamado de Jah, ele passa uma sensação de gratidão e ao mesmo tempo esperança de um futuro melhor.
O reggae é um ritmo novo comparado com outros, e teve seu auge na década de 60 e 70 juntamente com o rock, em tempos de rebeldia e protestos. Nesse estilo musical podemos escutar várias músicas onde há questionamento sobre a política, os valores da sociedade, e nossa posição sobre a natureza e o divino.
Muitas pessoas relacionam o reggae com o rastafarianismo e com maconha. É certo que muitos músicos e seguidores apreciam a erva sagrada, mas não podemos generalizar, já que existem também os "caretas regueiros". Además, a visão que o reggae passa do uso da cannabis é muito mais pura, santificada; geralmente relacionado com paz, amizade, união social e purificação.
O Brasil ja produziu e tem produzido muita coisa boa nessa área, afinal, nossos afro-descendentes também vieram do mesmo lugar, possuem as mesmas raízes. Algumas regiões específicamente possuem mais vínculo com essa filosofia, podemos citar o Maranhão e interior do Rio de Janeiro como exemplos, que pregam e vivenciam as palavras do reggae.
Deveríamos ouvir mais, dançar mais reggae, porque esse é o ritmo da paz. E o que mais precisamos é de paz e simplicidade.
Obrigado.
Dom
Se existe um ritmo que alegra e passa uma forte vibração positiva esse é o reggae. Muitas vezes em formato de hino ou louvores a Deus, também chamado de Jah, ele passa uma sensação de gratidão e ao mesmo tempo esperança de um futuro melhor.
O reggae é um ritmo novo comparado com outros, e teve seu auge na década de 60 e 70 juntamente com o rock, em tempos de rebeldia e protestos. Nesse estilo musical podemos escutar várias músicas onde há questionamento sobre a política, os valores da sociedade, e nossa posição sobre a natureza e o divino.
Muitas pessoas relacionam o reggae com o rastafarianismo e com maconha. É certo que muitos músicos e seguidores apreciam a erva sagrada, mas não podemos generalizar, já que existem também os "caretas regueiros". Además, a visão que o reggae passa do uso da cannabis é muito mais pura, santificada; geralmente relacionado com paz, amizade, união social e purificação.
O Brasil ja produziu e tem produzido muita coisa boa nessa área, afinal, nossos afro-descendentes também vieram do mesmo lugar, possuem as mesmas raízes. Algumas regiões específicamente possuem mais vínculo com essa filosofia, podemos citar o Maranhão e interior do Rio de Janeiro como exemplos, que pregam e vivenciam as palavras do reggae.
Deveríamos ouvir mais, dançar mais reggae, porque esse é o ritmo da paz. E o que mais precisamos é de paz e simplicidade.
Obrigado.
Dom
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