Agradeço a sua presença, caro leitor e admirador do Blog do Dom, desejando-lhe liberdade de espírito para não se prender aos bens materiais.
Ao se tornar um adulto ou jovem independente financeiramente a pessoa precisa de dinheiro, que geralmente é adquirido através do trabalho, que aqui no Brasil, possui um padrão de 8 horas de trabalho por dia e que em sua maioria realiza-se das 8 às 18 horas. Através desse trabalho ganha-se "x" de salário ou lucro mensal, e que é gasto com necessidades básicas de sobrevivência, e se sobra, com futilidades tidas como "imprescindíveis". Ao passar do tempo, se o cidadão possui uma pontinha de ganância, ele vai formando uma lista cada vez maior desses luxos, e para mantê-los terá que trabalhar mais para poder pagá-los.
A correria rotineira atrás de dinheiro ou bens materiais nos priva de muitos momentos bons com amigos, família, e de um modo geral, para a evolução do ser. Pensamos que é necessário, pois senão não teríamos "comida na mesa" e também "aquele conforto necessário". Mas se pensarmos bem, o "necessário" nunca é o bastante, e a cada dia se torna mais difícil alcançá-lo.
Quando se tem um veículo popular, que na verdade é mais que o necessário, vendo que as pessoas não morrem ao depender do transporte público, a pessoa não se satisfaz por muito tempo, logo quer comprar outro veículo, com aparência melhor, com mais itens de luxo e conforto. Resultado: mais gastos com manutenção e com a própria aquisição, e por isso, mais trabalho e correria atrás de dinheiro para pagar.
Percebemos que existe um círculo vicioso da ganância, o que nos faz também lembrar aquela história do pescador que vive feliz na ilha paradisíaca, pescando para sobreviver ao invés de fazer como o turista que trabalha 12 horas por dia em condições sub-humana algumas vezes, para poder passar 10 dias por ano naquela mesma ilha vivenciando com muita alegria e prazer o que é rotina para o simples pescador.Cabe a nós refletir sobre o que é realmente importante. A tranquilidade de espírito, a paz, o valioso uso do tempo, a oportunidade de realizar sonhos, de conhecer pessoas e cultivar amizades preciosas; tudo isso e mais não é compatível com a correria desenfreada ativada pela ganância.
Não se engane. Uma vida simples pode te dar o que realmente você busca, aquela qualidade de vida tão desejada. Não adianta ter dinheiro na mão e não ter saúde para desfrutá-lo.
Obrigado.
Dom
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Ser-humano ou monstro?
A última gota de esperança na humanidade são pessoas como vocês, amigos e leitores do Blog do Dom.
A desesperança na humanidade tem se tornado cada vez mais popular. Sabemos que todo o caos que presenciamos nesse planeta tem origem no próprio homem. Esse morador e administrador do planeta Terra não tem feito um bom trabalho nesses últimos anos. A política, o terrorismo, as desigualdades sociais, o desprezo pelo pobre, a injustiça racial, até as catástrofes naturais, o clima desequilibrado, a falta de amor e respeito no mundo, todo esse resultado horrível e que nos incomoda, é o reflexo da verdadeira natureza humana, em seu íntimo.
É chocante ver pessoas desestruturadas desde o berço, que não levam noção alguma de princípios, moral ou bons costumes de seu lar para a vida cotidiana. Não assusta o fato de haver tantos psicopatas, assassinos e ladrões que pouco se importam com seu próximo, amigo ou parente. Essas pessoas são causadoras do mal mas também são vítimas das mazelas da nossa sociedade. É um círculo vicioso, de maldade gerando maldade.
O mais difícil para o ser-humano tem sido ser humano. É dolorido descobrir que não podemos confiar em ninguém e que temos de estar tensos a maior parte do tempo porque alguém pode estar planejando o mal contra a gente, e às vezes sendo a pessoa que a gente menos desconfia.
Se você não concorda com esse tipo de comportamento, provavelmente não gostaria de ser cúmplice ou até mesmo participar de atos egoístas e prejudiciais como os que temos presenciado diariamente. Mas como não participar, se estamos inseridos nesse contexto? Se dividimos espaço com esses monstros em nossa rotina?
A vida solitária pode não ser tão ruim assim, quando se leva em conta que a compania desse tipo de gente não contribui em nada para nosso crescimento e evolução do ser. Viver só ou acompanhado de poucas e seletas pessoas pode ser um escape pra quem ja está cansado de ser ofendido e insultado pelo comportamento dos maus. Há sempre uma visão alternativa que pode ser ativada pra que possamos aproveitar um pouco do que ainda resta dos prazeres sensatos dessa vida.
Nós como faróis em meio à essa escuridão de valores e bom senso, podemos ajudar também àqueles que ainda não se fecharam para os princípios do bem, semeando o amor, a paz, e tantos outros sentimentos positivos que existem dentro de nós.
E para aqueles que se fecharam à positividade, só lhes restam que a justiça seja feita.
Obrigado.
Dom
A desesperança na humanidade tem se tornado cada vez mais popular. Sabemos que todo o caos que presenciamos nesse planeta tem origem no próprio homem. Esse morador e administrador do planeta Terra não tem feito um bom trabalho nesses últimos anos. A política, o terrorismo, as desigualdades sociais, o desprezo pelo pobre, a injustiça racial, até as catástrofes naturais, o clima desequilibrado, a falta de amor e respeito no mundo, todo esse resultado horrível e que nos incomoda, é o reflexo da verdadeira natureza humana, em seu íntimo.
É chocante ver pessoas desestruturadas desde o berço, que não levam noção alguma de princípios, moral ou bons costumes de seu lar para a vida cotidiana. Não assusta o fato de haver tantos psicopatas, assassinos e ladrões que pouco se importam com seu próximo, amigo ou parente. Essas pessoas são causadoras do mal mas também são vítimas das mazelas da nossa sociedade. É um círculo vicioso, de maldade gerando maldade.
O mais difícil para o ser-humano tem sido ser humano. É dolorido descobrir que não podemos confiar em ninguém e que temos de estar tensos a maior parte do tempo porque alguém pode estar planejando o mal contra a gente, e às vezes sendo a pessoa que a gente menos desconfia.
Se você não concorda com esse tipo de comportamento, provavelmente não gostaria de ser cúmplice ou até mesmo participar de atos egoístas e prejudiciais como os que temos presenciado diariamente. Mas como não participar, se estamos inseridos nesse contexto? Se dividimos espaço com esses monstros em nossa rotina?
A vida solitária pode não ser tão ruim assim, quando se leva em conta que a compania desse tipo de gente não contribui em nada para nosso crescimento e evolução do ser. Viver só ou acompanhado de poucas e seletas pessoas pode ser um escape pra quem ja está cansado de ser ofendido e insultado pelo comportamento dos maus. Há sempre uma visão alternativa que pode ser ativada pra que possamos aproveitar um pouco do que ainda resta dos prazeres sensatos dessa vida.
Nós como faróis em meio à essa escuridão de valores e bom senso, podemos ajudar também àqueles que ainda não se fecharam para os princípios do bem, semeando o amor, a paz, e tantos outros sentimentos positivos que existem dentro de nós.
E para aqueles que se fecharam à positividade, só lhes restam que a justiça seja feita.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Beleza versus má conduta
Agradeço a presença de todos, vós que sois filhos sábios dessa nação, no verenciável Blog do Dom.
Sabemos que as pessoas tem se tornado mais belas graças ao avanço da tecnologia e conhecimento da alimentação saudável, porém com isso tem imperado a idéia de que ser bonito ou o mais bonito seria como estar no topo, e ser pontanto mais que respeitado por todos que o rodeiam. O que será aqui analisado é o mau uso desse "poder".
É preciso perceber que as pessoas mais bonitas nessa geração tem se mostrado isentas de caráter e utilizando de psicopatismo para usar de maldade contra seus próximos. Isso em sua maioria. Vadiagem, luxúria, cobiça, insensibilidade e principalmente egoísmo são alguns dos sentimentos com que eles tratam seus concidadãos.
Deveríamos tratar os belos como pessoas comuns que são, principalmente quando notarmos sua tentativa de nos inferiorizar. E nunca deixarmos de acreditar em nosso gosto pessoal, que é muito diverso. Acreditar em um modelo de gosto é ininteligente.
Ser belo não é so ser bonito exteriormente, a verdadeira beleza está na junção da beleza externa e interna, onde seu caráter somente soma, traz positividade e beneficia quem o cerca. Há qualidades nas ações de uma pessoa, que transformam sua beleza.
Não é pecado ser bonito, mas é louvável o ser de ambos os ângulos.
Procure-o ser.
Obrigado.
Dom
Sabemos que as pessoas tem se tornado mais belas graças ao avanço da tecnologia e conhecimento da alimentação saudável, porém com isso tem imperado a idéia de que ser bonito ou o mais bonito seria como estar no topo, e ser pontanto mais que respeitado por todos que o rodeiam. O que será aqui analisado é o mau uso desse "poder".
É preciso perceber que as pessoas mais bonitas nessa geração tem se mostrado isentas de caráter e utilizando de psicopatismo para usar de maldade contra seus próximos. Isso em sua maioria. Vadiagem, luxúria, cobiça, insensibilidade e principalmente egoísmo são alguns dos sentimentos com que eles tratam seus concidadãos.
Deveríamos tratar os belos como pessoas comuns que são, principalmente quando notarmos sua tentativa de nos inferiorizar. E nunca deixarmos de acreditar em nosso gosto pessoal, que é muito diverso. Acreditar em um modelo de gosto é ininteligente.
Ser belo não é so ser bonito exteriormente, a verdadeira beleza está na junção da beleza externa e interna, onde seu caráter somente soma, traz positividade e beneficia quem o cerca. Há qualidades nas ações de uma pessoa, que transformam sua beleza.
Não é pecado ser bonito, mas é louvável o ser de ambos os ângulos.
Procure-o ser.
Obrigado.
Dom
sexta-feira, 2 de julho de 2010
O Reggae
Que Jah ilumine a todos os ilustres leitores do Blog do Dom.
Se existe um ritmo que alegra e passa uma forte vibração positiva esse é o reggae. Muitas vezes em formato de hino ou louvores a Deus, também chamado de Jah, ele passa uma sensação de gratidão e ao mesmo tempo esperança de um futuro melhor.
O reggae é um ritmo novo comparado com outros, e teve seu auge na década de 60 e 70 juntamente com o rock, em tempos de rebeldia e protestos. Nesse estilo musical podemos escutar várias músicas onde há questionamento sobre a política, os valores da sociedade, e nossa posição sobre a natureza e o divino.
Muitas pessoas relacionam o reggae com o rastafarianismo e com maconha. É certo que muitos músicos e seguidores apreciam a erva sagrada, mas não podemos generalizar, já que existem também os "caretas regueiros". Además, a visão que o reggae passa do uso da cannabis é muito mais pura, santificada; geralmente relacionado com paz, amizade, união social e purificação.
O Brasil ja produziu e tem produzido muita coisa boa nessa área, afinal, nossos afro-descendentes também vieram do mesmo lugar, possuem as mesmas raízes. Algumas regiões específicamente possuem mais vínculo com essa filosofia, podemos citar o Maranhão e interior do Rio de Janeiro como exemplos, que pregam e vivenciam as palavras do reggae.
Deveríamos ouvir mais, dançar mais reggae, porque esse é o ritmo da paz. E o que mais precisamos é de paz e simplicidade.
Obrigado.
Dom
Se existe um ritmo que alegra e passa uma forte vibração positiva esse é o reggae. Muitas vezes em formato de hino ou louvores a Deus, também chamado de Jah, ele passa uma sensação de gratidão e ao mesmo tempo esperança de um futuro melhor.
O reggae é um ritmo novo comparado com outros, e teve seu auge na década de 60 e 70 juntamente com o rock, em tempos de rebeldia e protestos. Nesse estilo musical podemos escutar várias músicas onde há questionamento sobre a política, os valores da sociedade, e nossa posição sobre a natureza e o divino.
Muitas pessoas relacionam o reggae com o rastafarianismo e com maconha. É certo que muitos músicos e seguidores apreciam a erva sagrada, mas não podemos generalizar, já que existem também os "caretas regueiros". Además, a visão que o reggae passa do uso da cannabis é muito mais pura, santificada; geralmente relacionado com paz, amizade, união social e purificação.
O Brasil ja produziu e tem produzido muita coisa boa nessa área, afinal, nossos afro-descendentes também vieram do mesmo lugar, possuem as mesmas raízes. Algumas regiões específicamente possuem mais vínculo com essa filosofia, podemos citar o Maranhão e interior do Rio de Janeiro como exemplos, que pregam e vivenciam as palavras do reggae.
Deveríamos ouvir mais, dançar mais reggae, porque esse é o ritmo da paz. E o que mais precisamos é de paz e simplicidade.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 30 de junho de 2010
Reformulando os Relacionamentos
Nice to meet you in the Dom´s Blog. Thank you for think.
Estamos vivendo um tempo em que há a necessidade da adaptação dos relacionamentos.
A falência do casamento, como conhecíamos, ja é ato consumado. O namoro também passa por abalos. Precisamos entender qual é a essência dos relacionamentos e o que realmente queremos com eles: se é amor, necessidade de carinho, se é posse, ou mera conveniência para aliviarnos da correria da busca por parceiros ocasionais.
Podemos observar inúmeros casais que rompem e reatam seus relacionamentos inúmeras vezes. Alguns casam, descasam e voltam a se casar novamente. Pode parecer engraçado, mas o que ocorre é muito sério, sendo que sempre ocorre mágoas e sofrimento por pelo menos uma das partes.
Provavelmente isso tem acontecido devido a falta de adaptação dos relacionamentos modernos, que não se encaixam mais aos padrões de nossos pais, porém muita gente ainda insiste em permanecer com esses ideais. Claro que não é fácil lidar com essa situação, já que fomos educados com uma moral que não funciona mais em nossos dias, sendo que é a única talvez que conheçamos.
Um dos pontos que devemos atualizar é o "estado civil" do cidadão. Muitos não se encaixam a nenhum dos estados civis nomeados: solteiro, casado ou divorciado. Aí fica constrangedor para o amaziado preencher um formulário em frente ao seu(sua) companheiro(a), assinalando a opção "solteiro".
É preciso que a sociedade discuta uma nova moral com relação aos realcionamentos. Sem dúvida eles são muito importantes para a sociedade e para o indivíduo, e não devem ser tratados com descaso por nossa parte.
Obrigado.
Dom
Estamos vivendo um tempo em que há a necessidade da adaptação dos relacionamentos.
A falência do casamento, como conhecíamos, ja é ato consumado. O namoro também passa por abalos. Precisamos entender qual é a essência dos relacionamentos e o que realmente queremos com eles: se é amor, necessidade de carinho, se é posse, ou mera conveniência para aliviarnos da correria da busca por parceiros ocasionais.
Podemos observar inúmeros casais que rompem e reatam seus relacionamentos inúmeras vezes. Alguns casam, descasam e voltam a se casar novamente. Pode parecer engraçado, mas o que ocorre é muito sério, sendo que sempre ocorre mágoas e sofrimento por pelo menos uma das partes.
Provavelmente isso tem acontecido devido a falta de adaptação dos relacionamentos modernos, que não se encaixam mais aos padrões de nossos pais, porém muita gente ainda insiste em permanecer com esses ideais. Claro que não é fácil lidar com essa situação, já que fomos educados com uma moral que não funciona mais em nossos dias, sendo que é a única talvez que conheçamos.
Um dos pontos que devemos atualizar é o "estado civil" do cidadão. Muitos não se encaixam a nenhum dos estados civis nomeados: solteiro, casado ou divorciado. Aí fica constrangedor para o amaziado preencher um formulário em frente ao seu(sua) companheiro(a), assinalando a opção "solteiro".
É preciso que a sociedade discuta uma nova moral com relação aos realcionamentos. Sem dúvida eles são muito importantes para a sociedade e para o indivíduo, e não devem ser tratados com descaso por nossa parte.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Trabalho e Produção Intelectual
Obrigado pelo bom gosto e apreciação do Blog do Dom, aquele que percebe as entrelinhas.
Os antigos filósofos gregos ja diziam que o pensador deveria pensar e que o trabalho era para os escravos. As mulheres também tinham sua função: cuidar da casa e procriar.
Percebemos que muita coisa mudou em nossos tempos, mas ainda é certo que o pesquisador, pensador ou filósofo precisa de dedicação e tempo para que possa produzir bons trabalhos. Cada um hoje tem seu chamado "trabalho". Uns trabalham de forma braçal, outros mais com seus cérebros, e ainda outros com a combinação dos dois. Mas existe um preconceito por parte de alguns ignorantes que julgam não ser trabalho a ocupação de alguns, geralmente por não possuirem uma visão da sociedade como um todo. Somos muitos e precisamos de uma variedade de produtos e serviços, daí a necessidade de uma gama de profissionais de áreas de todos os tipos.
Ja dizia o cantor e compositor Ed Mota: "eu não nasci pra trabalho, eu não nasci pra sofrer..." O trabalho braçal para aquele que não tem preguiça de utilizar seus neurônios, é algo terrível, que além de ser difícil, ocupa-lhe o tempo precioso em que ele poderia estar produzindo arte, textos, conhecimento, evolução.
Deixemos o trabalho rentável e estressante para aquele que precisa acumular capital a todo custo, e o trabalho braçal e rotineiro para o preguiçoso mental. Não podemos desperdiçar dons que enriquecem nossa cultura e nos apontam caminhos alternativos de viver de forma feliz. As pressões por parte da família e amigos com aqueles que buscam o caminho da produção intelectual nos traz a paralisação ou declínio da boa música, bons livros, e até bons professores.
Permita que as pessoas vivam como querem viver, dê uma chance para o talento daquele que pode ser um grande influente de uma nova e boa tendência para os nossos tempos. Estamos cansados de uma modinha desqualificada e com baixíssimo conteúdo para nossa cabeça e de nossos filhos.
Precisamos de uma revolução cultural.
Obrigado.
Dom
Os antigos filósofos gregos ja diziam que o pensador deveria pensar e que o trabalho era para os escravos. As mulheres também tinham sua função: cuidar da casa e procriar.
Percebemos que muita coisa mudou em nossos tempos, mas ainda é certo que o pesquisador, pensador ou filósofo precisa de dedicação e tempo para que possa produzir bons trabalhos. Cada um hoje tem seu chamado "trabalho". Uns trabalham de forma braçal, outros mais com seus cérebros, e ainda outros com a combinação dos dois. Mas existe um preconceito por parte de alguns ignorantes que julgam não ser trabalho a ocupação de alguns, geralmente por não possuirem uma visão da sociedade como um todo. Somos muitos e precisamos de uma variedade de produtos e serviços, daí a necessidade de uma gama de profissionais de áreas de todos os tipos.
Ja dizia o cantor e compositor Ed Mota: "eu não nasci pra trabalho, eu não nasci pra sofrer..." O trabalho braçal para aquele que não tem preguiça de utilizar seus neurônios, é algo terrível, que além de ser difícil, ocupa-lhe o tempo precioso em que ele poderia estar produzindo arte, textos, conhecimento, evolução.
Deixemos o trabalho rentável e estressante para aquele que precisa acumular capital a todo custo, e o trabalho braçal e rotineiro para o preguiçoso mental. Não podemos desperdiçar dons que enriquecem nossa cultura e nos apontam caminhos alternativos de viver de forma feliz. As pressões por parte da família e amigos com aqueles que buscam o caminho da produção intelectual nos traz a paralisação ou declínio da boa música, bons livros, e até bons professores.
Permita que as pessoas vivam como querem viver, dê uma chance para o talento daquele que pode ser um grande influente de uma nova e boa tendência para os nossos tempos. Estamos cansados de uma modinha desqualificada e com baixíssimo conteúdo para nossa cabeça e de nossos filhos.
Precisamos de uma revolução cultural.
Obrigado.
Dom
quarta-feira, 2 de junho de 2010
Em Fernando de Noronha
E a verdade vos libertará a todos os leitores do Blog do Dom.
Fernando de Noronha é um arquipélago a cerca de 500 Kilômetros de Recife em direção ao oceano. Em em meio ao oceano se encontra esse paraíso com 27 kilômetros de comprimento e cerca de 5 kilômetros de largura. Vivem na ilha cerca de 3 mil habitantes, um povoado. Por ser um berço marinho, onde tartarugas e outros animais se reproduzem, existe um grande controle de preservação do meio ambiente. Alguns dizem ser um Brasil que dá certo. O lixo reciclável volta todo para o continente, de onde também vem quase tudo que se consome na ilha. Uma embracação de comida, geralmente leva 3 dias de viagem do continente pra lá. Por isso os preços são elevados para tudo que se quer comprar. A água doce da ilha é da chuva, e a encanada é saloba, água marinha dessalinizada. A água encanada é limitada, então deve haver consciência no uso por parte de todos. A luz elétrica da ilha é produzida a partir de motores movidos a biodiesel, também racionada. Todas as casas possuem aquecimento solar de água.
Os turistas, que são os geradores de renda nessa economia que depende totalmente deles, passam em geral de 3 a 5 dias no arquipélago. Existem inúmeros pacotes de passeios, mergulhos, trilhas, e outras formas de desfrutar aquela natureza quase intocada. Atualmente grande parte dos visitantes possuem grande poder aquisitivo, e gastam com todo tipo de coisa, algumas bizarras, como alugar um buggy e andar de um lado para o outro da menor BR do Brasil, a BR363 com seus 7 kilômetros de distância.
Existem por outro lado os nativos e moradores da ilha que geralmente trabalham em alguma coisa ligada ao turismo ou para atendimento do turista. Quem não é da ilha e quer se passar por nativo eles chamam de "Rauli". A maioria dos nativos tem orgulho de o ser, e muitos fazem questão de constituir família e ficar por ali, saindo a passeio poucas vezes por ano ou sem sair da ilha. Eles são nordestinos humildes, que gostam da vida simples cercada por uma natureza abundante e pura. Gostam de surfar, mergulhar, dançar forró, reggae e até mesmo brega. O reggae noronhense, geralmente no estilo de Bob Marley e outros reggaes raíz é muito bom, e conta com autorias próprias. É frequente a festa e possui muito adeptos.
Fernando de Noronha teve fases que vieram desde a condição de presídio passando por centro de pesquisa e agora pólo turístico. É um lugar onde os grandes tubarões não atacam seres-humanos, pelo menos até onde se sabe. Lá pode-se ver tartarugas marinhas, grandes arraias, moréias, polvos e outra infinidade de animais e plantas marinhas. Em seus restaurantes existem de tudo, o tubarão também é servido das mais variáveis formas.
Ouvi falar da "Neoronha". Neorose provocada pela limitação da ilha, que geralmente aparece 3 meses depois que o indivíduo está na ilha consecutivamente. Alguns acostumam e ficam relaxados nessa condição por anos a fio, outros vão regularmente ao continente matar a saudade dos congestionamentos dentre outros males da chamada civilização.
Quem andou em suas estradas, picadas e trilhas seguras, se apaixonou. E não deixará de voltar a esse ambiente recheado de paz e tranquilidade.
Obrigado.
Dom
Fernando de Noronha é um arquipélago a cerca de 500 Kilômetros de Recife em direção ao oceano. Em em meio ao oceano se encontra esse paraíso com 27 kilômetros de comprimento e cerca de 5 kilômetros de largura. Vivem na ilha cerca de 3 mil habitantes, um povoado. Por ser um berço marinho, onde tartarugas e outros animais se reproduzem, existe um grande controle de preservação do meio ambiente. Alguns dizem ser um Brasil que dá certo. O lixo reciclável volta todo para o continente, de onde também vem quase tudo que se consome na ilha. Uma embracação de comida, geralmente leva 3 dias de viagem do continente pra lá. Por isso os preços são elevados para tudo que se quer comprar. A água doce da ilha é da chuva, e a encanada é saloba, água marinha dessalinizada. A água encanada é limitada, então deve haver consciência no uso por parte de todos. A luz elétrica da ilha é produzida a partir de motores movidos a biodiesel, também racionada. Todas as casas possuem aquecimento solar de água.
Os turistas, que são os geradores de renda nessa economia que depende totalmente deles, passam em geral de 3 a 5 dias no arquipélago. Existem inúmeros pacotes de passeios, mergulhos, trilhas, e outras formas de desfrutar aquela natureza quase intocada. Atualmente grande parte dos visitantes possuem grande poder aquisitivo, e gastam com todo tipo de coisa, algumas bizarras, como alugar um buggy e andar de um lado para o outro da menor BR do Brasil, a BR363 com seus 7 kilômetros de distância.
Existem por outro lado os nativos e moradores da ilha que geralmente trabalham em alguma coisa ligada ao turismo ou para atendimento do turista. Quem não é da ilha e quer se passar por nativo eles chamam de "Rauli". A maioria dos nativos tem orgulho de o ser, e muitos fazem questão de constituir família e ficar por ali, saindo a passeio poucas vezes por ano ou sem sair da ilha. Eles são nordestinos humildes, que gostam da vida simples cercada por uma natureza abundante e pura. Gostam de surfar, mergulhar, dançar forró, reggae e até mesmo brega. O reggae noronhense, geralmente no estilo de Bob Marley e outros reggaes raíz é muito bom, e conta com autorias próprias. É frequente a festa e possui muito adeptos.
Fernando de Noronha teve fases que vieram desde a condição de presídio passando por centro de pesquisa e agora pólo turístico. É um lugar onde os grandes tubarões não atacam seres-humanos, pelo menos até onde se sabe. Lá pode-se ver tartarugas marinhas, grandes arraias, moréias, polvos e outra infinidade de animais e plantas marinhas. Em seus restaurantes existem de tudo, o tubarão também é servido das mais variáveis formas.
Ouvi falar da "Neoronha". Neorose provocada pela limitação da ilha, que geralmente aparece 3 meses depois que o indivíduo está na ilha consecutivamente. Alguns acostumam e ficam relaxados nessa condição por anos a fio, outros vão regularmente ao continente matar a saudade dos congestionamentos dentre outros males da chamada civilização.
Quem andou em suas estradas, picadas e trilhas seguras, se apaixonou. E não deixará de voltar a esse ambiente recheado de paz e tranquilidade.
Obrigado.
Dom
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